Palestra com anarcopunk antropólogo Rogério sobre anarquismo
Exposição de vídeos
Teatro
Venda de comes e bebes
Dia 26 de junho de 200? às 12:00
Rua Demétrio Calfat, 233, Atalaia, Cotia/SP
Entrada 1kg de alimento
Organização MAP-SP
O intuito deste endereço eletrônico é unir em um só lugar todo o material que tivermos guardado durante o tempo, sendo cartazes, flyers, áudio, vídeo, enfim... tudo que nosso movimento pode produzir no decorrer dos anos. Este espaço é dedicado a memória e ao presente do underground em nossa região. ESTE ESPAÇO É COLETIVO E COLABORATIVO. Participe, mande material de sua banda, de sua cidade, para que possamos incluir aqui. Contato através do e-mail amazoniaunderground@gmail.com
Palestra com anarcopunk antropólogo Rogério sobre anarquismo
Exposição de vídeos
Teatro
Venda de comes e bebes
Dia 26 de junho de 200? às 12:00
Rua Demétrio Calfat, 233, Atalaia, Cotia/SP
Entrada 1kg de alimento
Organização MAP-SP
O despejo de dezessete pessoas que moravam em uma casa na esquina das ruas Padre Anchieta com Visconde de Nácar, entre Mercês e Alto São Francisco, acabou na delegacia. Os moradores se dizem punks e ocupavam o local há quase dois anos.
Eles foram surpreendidos por policiais militares e um oficial de justiça que foram fazer a reintegração de posse do imóvel ontem pela manhã.
Três homens do grupo foram levados ao 3º Distrito por causar danos. Eles quebraram uma telha e um pedaço de acrílico de uma das janelas da casa. Advogados da Associação de Direitos e Cidadania, que defende causas de direitos humanos, reclamaram da truculência dos policiais militares. XXXXXX, 20 anos, XXXXXXXXXXXX e XXXXXX foram presos.
XXXXXX se acorrentou à casa como protesto. "Eles me arrancaram a força e tive que levar dois pontos na perna por causa do corte". Segundo ele, os policiais o obrigaram a descer uma escada de pintor algemado. Quando tentava descer caiu de uma altura de quase dois metros. Depois de sair do hospital, Costa ficou detido.
O grupo ocupou o terreno Há quase dois anos e fez uma pequena reforma no local. Pintaram, compraram telhas e colocaram lâminas de acrílico nas janelas. "Ainda prendem a gente por quebrar coisas que nós mesmos compramos", reclama XXXXX.
O grupo fez um pequeno protesto na rua 15 de Novembro ontem à tarde.
Enviado pelo amigo Juliano Espinhos.
"O local, uma casa que estava abandonada ha cerca de 13 anos, ocupada em 12 de outubro de 2000, batizada de Squat 'Taturana', a partir daí os/as okupas seguiram com a proposta de promover cultura alternativa e contracultura, solução à questão da moradia e também como espaço aberto para as pessoas se conhecerem, se organizarem, etc."
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| Squat Casa Reciclada, foto de 2001 |
Esta é a segunda edição do Boletim de Informação Anarquista, de Almada, Portugal publicação de 1994.
Conta um pouco do movimento Squatter e a casa (des)Okupada Quédza. Denúncia de ataques de fascistas, anuncia o encontro "Anarchy In The U.K." que ocorreu entre os dias 21 a 30 de outubro de 1994 em Londres, um texto sobre manifestações contra as touradas, outro sobre os S.H.A.R.P., denuncia da ação de policiais contra estudantes, campanha anti-nazi, protestos contra o MC Donalds, revolta popular na Argentina, a liberdade do preso político Pasquale Valitutti (preso em Curitiba), jornadas anti-racistas na Espanha, dentre outras notas e notícias.
Por: Ricardo Padula (Ri)
Fonte: Acervo pessoal
Ocupar Espaços Vazios foi uma única edição, feita em 2005 em Rio Branco, Acre.
Nesta época estavam começando os primeiros passos na movimentação de okupação de casas abandonadas, e foi assim surgiu o Squat Kasa Verde.
Este zine contém um texto do Centro de Informação e Material Anarquista – CCMA, que foi distribuído no meio da galera que estava envolvida e se envolvendo com o Squat, com o intuito da estarem adquirindo informação e estar agindo ao mesmo tempo.
Os anos de 2005 e 2006 foram muito agitados, cheios de manifestações e confrontos com a policia, perseguição, ação direta, e ao mesmo tempo muita manifestação cultural.
Lógico que isto não serviu como uma cartilha, sendo apenas a nível de informação. As interações e ações entre o grupo sempre foram regados de muita troca de experiências, ideias, espontaneidade e criatividade.
Por: Ricardo Padula (Ri)
Fonte: Acervo pessoal